Vídeo mostra Amarildo momentos antes de desaparecer na Rocinha

Imagem mostra homem ao lado da esposa, Elizabete Gomes.

Ajudante de pedreiro sumiu no dia 14 de julho, na comunidade.

Um vídeo exclusivo mostra a última aparição do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, desaparecido desde o dia 14 de julho, na Favela da Rocinha, em São Conrado, na Zona Sul do Rio. Nas imagens, Amarildo aparece, junto com a mulher, Elizabete Gomes, entrando em um carro da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade, conforme mostrou o Bom Dia Rio desta sexta-feira (9).

As cenas foram captadas por uma câmera de de monitoramento que fica localizada em frente ao posto da UPP, na Rua 2, parte debaixo da comunidade. Um carro da PM manobra e para em frente ao posto, que seria o primeiro local que Amarildo teria sido levado para averiguação por policiais.

A porta do posto é aberta e, em seguida, segundo os investigadores, o homem que sai do local, sem camisa, é o ajudante de pedreiro Amarildo. Ele caminha e entra no carro da polícia. A mulher conversa com ele e o veículo sai.

Mulher teve prisão pedida por delegado

Responsável pelas investigações da Operação Paz Armada quando delegado da 15ª DP (Gávea), realizada um dia antes do desaparecimento do pedreiro Amarildo, Ruchester Marreiros chegou a pedir a prisão da esposa de Amarildo, acusando a mulher dele, Elizabete, de envolvimento com tráfico de drogas. Atual titular do posto, Orlando Zaccone questionou a conclusão do delegado-assistente de que a residência do casal servia para guardar drogas e também para a fuga de traficantes.

Na segunda-feira (5), a família de Amarildo decidiu deixar a cidade temporariamente. Segundo a sobrinha dele, Érika Dias, os familiares não contam com proteção policial durante as investigações. “Eles estão com receio”, conta.

Buscas

Na quarta-feira (7), buscas pelo corpo do ajudante de pedreiro foram realizadas dentro de uma mata próxima a sede da Unidade de Polícia Pacificadora da Rocinha, terminaram sem êxito. O delegado titular da Delegacia de Homicídios (DH), Rivaldo Barbosa, e o promotor responsável pelo caso, Homero Freitas, afirmaram que pretendem fazer uma reconstituição do caso nos próximos dias.

Reconstituição

Para o delegado, o momento é de trabalho interno. “Após ouvir 22 policiais militares e toda a família de Amarildo, objetivo é preparar uma reconstituição ainda para esta semana”, disse Rivaldo Barbosa. Um outro PM será ouvido nesta quarta- feira, totalizando 23 depoimentos, segundo afirmou.

De acordo com a polícia, a investigação analisa a possibilidade de a ação de policiais ou do tráfico de drogas para o desaparecimento do pedreiro Amarildo.

 

Fonte: http://g1.globo.com/

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